A capela, o cemitério e um sábado nublado

Capela São Sebastião, no Campeche. Grafite e lápis preto aquarelável

Mesmo sem nunca ter visitado a Capela São Sebastião, no Campeche, sabia que haveria um cemitério ao redor. Está no mapa e é comum em outras igrejas açorianas de Florianópolis, como no Ribeirão da Ilha e em Santo Antônio de Lisboa. Pela idade da capela, de 1826, imaginava encontrar túmulos antigos. Mas são novos, de… Continuar lendo A capela, o cemitério e um sábado nublado

Primeira praia do ano e adivinhe? Nublado

Barco na praia da Armação, em Florianópolis. Lápis e lápis aquarelável

Primeiro de janeiro antes das oito da manhã na Armação, localidade afastada no sul da ilha de Florianópolis. Céu cinza escuro, água gelada e vento meio frio pra época. É de se pensar que fosse estar vazio. Que nada. Perto do pedaço da praia onde costumamos abrir as cadeiras, mais de cinquenta pessoas na faixa… Continuar lendo Primeira praia do ano e adivinhe? Nublado

Quando a limpa nos arquivos quase vira uma sessão de regressão

Acrílica sobre papel offset. Novembro de 2003

Passei os primeiros dias de 2021 confinado em um aposento de três por quatro metros. Era hora de botar ordem na mapoteca, aquele gaveteiro largo com gavetas finas que serve para guardar desenhos e mapas (daí o nome). Fui confrontado com vinte e cinco anos de produção. O passado ia aparecendo sem aviso, folha por… Continuar lendo Quando a limpa nos arquivos quase vira uma sessão de regressão