Fanzine? Em 2019?

Capa da primeira edição do fanzine Gusp. Fiz o desenho no mesmo local onde vai ser o lançamento

Já falei por aí que não tem como desenhar na rua sem conversar com alguém. Tem aqueles que encostam para puxar papo. Outras vezes, é você quem acaba escutando assuntos alheios sem querer. O que não é ruim: falando com moradores se descobrem coisas interessantes do lugar. Sem contar os diálogos aleatórios que acabam se… Continuar lendo Fanzine? Em 2019?

Seis coisas que fizeram de 2018 um ano menos ruim

Retrospectiva é aquele tipo de exercício em que você relembra o que achou mais importantes mas quem lê, discorda. Mesmo assim, escrevo fatos interessantes que ocorreram em 2018, ao menos no campo da caligrafia e afins (já que na política e economia, convém poupar o fígado). Mais oficinas Foram duas edições da oficina Caligrafia Livre… Continuar lendo Seis coisas que fizeram de 2018 um ano menos ruim

Sem esboço: o passo-a-passo de uma caligrafia abstrata na parede

Detalhe da arte. Traços foram aplicados com tinta guache e pincel

Há cerca de um ano, tive a oportunidade de criar um painel de caligrafia diferente. Foi uma obra temporária e, exceto por uma letra “a” no centro, sem nada escrito. Livre da exigência de legibilidade, me concentrei só na composição e pintei diretamente na parede, sem esboço. Realizei essa espécie de performance caligráfica durante o… Continuar lendo Sem esboço: o passo-a-passo de uma caligrafia abstrata na parede

Composição caligráfica

Trabalho que fiz no Drink & Draw no espaço O Sítio, na Lagoa da Conceição, nesta sexta (23/10) aqui em Florianópolis. Essa aí foi “alla prima”: sem lápis por baixo nem esboço detalhado. Só fui lá no dia anterior pintar umas experiências diretamente na parede e depois fiz uns estudos em casa para avaliar a composição.  Aproximadamente 1,5 m de largura.