Felizmente, foi uma gripe

Leitura, chá e desenho para passar o tempo isolado no quarto

Não são os primeiros raios de sol da manhã. Devem ser os quartos ou quintos. Afinal, já são nove horas em uma manhã de setembro do ano passado. Faz três dias que estou isolado no quarto, esperando o resultado do exame que vai dizer se minha febre, garganta inflamada e dor de cabeça são sintomas… Continuar lendo Felizmente, foi uma gripe

Aquarela, vinho e lagosta sapateira

Nada como o receio de estragar a comida para desenhar rápido

Em agosto do ano passado fui à peixaria do Direto do Campo do bairro Saco dos Limões atrás de peixe ou camarão para o fim de semana. Comprei uma anchova para assar no forno e meia dúzia de ostras (aqui em casa, só eu como moluscos com conchas). Enquanto espero o funcionário limpar a anchova,… Continuar lendo Aquarela, vinho e lagosta sapateira

Casarão da Presidente Coutinho: difícil de desenhar

De arquitetura curiosa, casa está em bom estado. Crayon sobre papel kraft

No 70º encontro do Urban Sketchers Florianópolis, arrisquei desenhar na rua. Só que, diferente do casarão anterior, que ficava numa ruela pouco frequentada, o de hoje está plantado na rua Presidente Coutinho, uma daquelas vias de Florianópolis entre o centro e Beira-Mar cheia de prédios residenciais e comerciais, clínicas, padarias e uma galeria de arte.… Continuar lendo Casarão da Presidente Coutinho: difícil de desenhar

Mesa e cadeiras

Entardecer de domingo é quando expira a chance de fazer algo minimamente produtivo no fim de semana. Ao menos para não ficar com aquela sensação de tempo perdido.  Resolvo desenhar. De segunda a sexta, as ideias aparecem sozinhas, mas é só pegar o caderno que elas fogem igual a peixinhos na praia. O entardecer está… Continuar lendo Mesa e cadeiras