Memórias sobre um cineclubista

No meio de reuniões e tarefas do trabalho, minha mulher me avisa sobre a morte de Gilberto Gerlach, escritor, pesquisador e fundador do Cineclube Nossa Senhora do Desterro, que funcionou por 25 anos no Centro Integrado de Cultura – CIC, em Florianópolis. Paro e começo a lembrar de muita coisa. Costumava encontrá-lo nas sessões de… Continuar lendo Memórias sobre um cineclubista

Ganhei uma nova leitora: a personagem do filme “Até onde a vista alcança”

Isolada em casa, a personagem Sandra folheia livro “60 dias dentro de casa”

Há alguns meses, o diretor Ricardo Weschenfelder me perguntou se poderia usar meu livro 60 dias dentro de casa – Um diário ilustrado do isolamento como objeto de cena em sua nova produção. Muito feliz, aceitei. Este mês, o curta-metragem acaba de estrear no YouTube da produtora Café Preto Filmes. A obra parte do particular… Continuar lendo Ganhei uma nova leitora: a personagem do filme “Até onde a vista alcança”

Cartaz de cinema exige planejamento

Tamanho é importante para ter destaque. Parede com cartazes durante o FAM 2008

Assim como Roberto Carlos sempre aparece na capa de seus discos, pôsteres de filmes comerciais frequentemente mostram uma cena ou fotografia, principalmente quando há gente famosa no elenco. Em produções menores, há mais liberdade (como nos cartazes poloneses). Nos trabalhos para os filmes Desilusão e Memórias de Passagem, eu hoje teria escolhido ideias mais conceituais… Continuar lendo Cartaz de cinema exige planejamento

Como fiz dois cartazes de cinema

Cartaz do filme Desilusão, de 2008

Minha contribuição para o cinema catarinense vai um pouco além de sentar na poltrona de espectador. Frequento as estreias e amigos cineastas até já me convidaram para aquelas exibições fechadas antes da montagem final. Mas orgulho mesmo foi ter feito os cartazes de duas produções daqui de Florianópolis: Desilusão (2008) e Memórias de Passagem (2011).… Continuar lendo Como fiz dois cartazes de cinema

Performance de caligrafia: mais uma invenção japonesa

Depois de assistir ao filme As Garotas do Shodō, descobri que a “performance de caligrafia” não é uma invenção do roteirista. Trata-se de uma criação em grupo usando folhas com mais de 2 metros de comprimento acompanhada de música e coreografia (geralmente J-pop). Teve início na década de 90 e pelo jeito gerou interesse suficiente para… Continuar lendo Performance de caligrafia: mais uma invenção japonesa