Ivan Jerônimo

Caligrafia, lettering e artes visuais
 

#urban sketchers

Sobre registrar janelas

Bate-papo na Feira Literária da Escola Autonomia com Rafael Bokor (embaixo) e Ivan Jerônimo, mediado por Sarah Mendes

Terça-feira passada, participei da Feira Literária da Escola Autonomia. O tema da conversa foi "Abra sua janela" e foi mediada pela professora Sarah Mendes, de geografia, a quem agradeço o convite. De um lado, Rafael Bokor, que registra o patrimônio do Rio de Janeiro em fotografias para o projeto Rio - Casas & Prédios Antigos. Do outro, eu com minha atividade de desenho de observação na rua, muitas vezes com o pessoal do Urban Sketchers Florianópoli…

more

Quando um desenho captura o silêncio

No começo da quarentena, você sentiu um silêncio meio pesado no bairro? Uma calmaria que é quase o inverso das tardes de domingo, quando o normal é todo mundo sair de casa? No isolamento, as pessoas estavam trancadas em seus apartamentos, mas não se ouvia nada. Construções paradas e poucos carros na rua. Até os cachorros pararam de latir. Foi essa a pauta que a jornalista Míriam Santini de Abreu explorou em seu artigo na Folha da Cidade para marcar o Dia do Silêncio. Virei personagem e um desenho meu ilustra a matéria. Retrata a vista da janela par…

more

Exposição traz desenho de rua para dentro do CIC

A cada três semanas, tenho um compromisso: sair pra desenhar nos encontros do Urban Sketchers Florianópolis. O movimento chegou na cidade em 2016 e já soma quase cinquenta sessões de desenho. Os locais são tão variados quanto a Praia do Forte, a praça Getúlio Vargas e a travessa Ratcliff. Fazendo as contas, deve dar quase mil trabalhos. A exposição Ilha em Linhas - Os desenhos do Urban Sketchers Florianópolis traz um apanhado de 56 obras feitas nesses três anos e meio. Está imperdível, e digo isso não só porque sou um dos organizadores. São desenhos a lápis, aquarela…

more

Fanzine? Em 2019?

Capa da primeira edição do fanzine Gusp. Fiz o desenho no mesmo local onde vai ser o lançamento

Já falei por aí que não tem como desenhar na rua sem conversar com alguém. Tem aqueles que encostam para puxar papo. Outras vezes, é você quem acaba escutando assuntos alheios sem querer. O que não é ruim: falando com moradores se descobrem coisas interessantes do lugar. Sem contar os diálogos aleatórios que acabam se tornando parte da lembrança de desenhar in loco.É início de junho quando cineasta Marko Martinz me pergunta por mensagem se eu toparia fazer um desenho para u…

more

WhatsApp-Video-2019-07-13-at-110234.mp4

Desenhar no Centro, à noite, é atividade social. Vídeo: Marko Martinz