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Encontro de interessados em caligrafia, type design e lettering, o Café com Serifa chega à quinta edição neste sábado, em novo local. Desta vez, será no Tralharia, mistura de antiquário, café e cervejaria no Centro de Florianópolis. A proposta do evento é ser um espaço informal para conversas e colaborações entre praticantes de letras.

Ideia é ter artistas diferentes para os cartazes das próximas edições. Este, com lettering digital, foi feito por mim

Nesta edição, os designers Nicole Castro e Rafael Hoffmann apresentam o projeto Pintores de Letras, que documenta o ofício de letristas populares em muros e fachadas do sul de Santa Catarina. A dupla inicia a produção de um documentário em breve, viabilizado por financiamento coletivo.

Profissionais que fazem os letreiros do pequeno comércio são tema do projeto Pintores de Letras

O Ateliê Hodie se destaca pelo refinamento nos artigos de papelaria, que evocam o universo dos criadores Lese Pierre e Mariah Dias. A proposta foi apresentada ao público pela primeira vez na feira Parque Gráfico, no fim de maio. Agora, eles vão detalhar o conceito por trás da coleção, incluindo as escolhas tipográficas.

Cartões do Ateliê Hodie. Imaginário permeia toda a linha da marca

O caderno colaborativo inaugurado na edição anterior vai circular de novo. Cada participante tem uma página para fazer uma letra com qualquer material ou técnica. Quando for completado, o plano é digitalizá-lo para publicação online.

O Café com Serifa é aberto e tem entrada gratuita.


Café com Serifa - 5ª edição

Encontro de type design, caligrafia, lettering e afins
Programação:
  • Apresentação do projeto Pintores de Letras, por Nicole Castro e Rafael Hoffmann
  • Apresentação do Ateliê Hodie, por Lese Pierre e Mariah Dias
  • Caderno coletivo (cada pessoa tem uma página para escrever ou desenhar uma letra)
  • Sorteio de brindes
3 de junho de 2017, sábado, às 15h
Entrada gratuita

Evento para profissionais e amadores das artes das letras, o Café com Serifa tem nova edição nesta quarta, 15, em Florianopólis. Um dos destaques é o lançamento do número 16 da Café Espacial, publicação independente de quadrinhos e afins, com o editor Sergio Chaves.

Quem quiser soltar o traço poderá usar o caderno que irá passar de mesa em mesa – cada pessoa terá uma página para escrever ou desenhar uma letra. O objetivo é preencher todo o volume para depois digitalizá-lo. O encontro inclui também sorteio de brindes doados pelos próprios participantes.

Calígrafos são fáceis de se reconhecer

O Café com Serifa foi criado para ser um evento informal de conversa e troca de informações entre a comunidade de caligrafia, type design e lettering, ocupações em que geralmente se trabalha sozinho. Ocorre aproximadamente a cada dois meses, com a agenda organizada coletivamente. Nas edições anteriores, já houve demonstrações de como fazer instrumentos caseiros, lançamento de uma família de fontes de letras e exposição de pôsteres em tipografia, entre outras atividades.

Café com Serifa - 4ª edição
15 de março de 2017, quarta-feira, às 19h
Coffee & Shop 18: rua Acelon Pachêco da Costa, 231, Itacorubi Florianópolis, SC (mapa)
Mantenha-se informado pelo grupo no Facebook e pela newsletter

Capa da Revista Plural feita por Bruno Abatti, Jefferson Cortinove e Ivan Jerônimo

As letras são resultado do trabalho de profissionais que dominam type design, caligrafia e lettering. São eles os responsáveis pelas fontes usadas em seu celular, pela arte da mensagem da sua camiseta ou pelo menu atrás do balcão do seu café preferido. Exatamente por estarem em todo lugar, poucos param para refletir de onde elas vêm.

Por isso, a matéria especial de três paginas que saiu em dezembro na Revista Plural, caderno de cultura de fim de semana do jornal Notícias do Dia, pode ser considerado um feito. O gancho foi o terceira edição do Café com Serifa, encontro para interessados em letras que, entre outros objetivos, tenta tornar essas ocupações mais conhecidas.

Páginas centrais do caderno

Além de entrevistar um profissional de cada especialidade, a editora do caderno, Dariene Pasternak, sugeriu ainda uma criação coletiva para a capa. Como fui o primeiro contato, recomendei várias pessoas. No final, Bruno Abatti, designer e letrista, e Jefferson Cortinove, type designer e poeta, toparam participar.

Dois estudos iniciais. Versão da direita foi a escolhida

Sempre começo um projeto por esboços a lápis. Selecionei os mais promissores e fiz dois ensaios para enviar à editora, que escolheu a composição com os tipos sobre fundo vermelho. O prazo era apertado: aprovação do layout na sexta e entrega da arte definitiva na segunda, com o porém de que eu dava curso no sábado, Bruno participava de um evento de café e Cortinove estava viajando para lançar seu livro Roubadas de um Jardim. Na prática, foi quase tudo feito em um domingo.

O título tinha de ser decidido primeiro. A razão é que minha parte e a do Abatti são feitas à mão, dificultando mudar depois. ”Gente que faz letras”, a frase que foi juntamente com a proposta, emplacou. Isso simplificou bastante as coisas porque não teríamos de refazer o layout.

Lettering feito à mão de Bruno Abatti, pronto para ser escaneado

Bruno Abatti desenhou a palavra "Gente" a lápis e me enviou o arquivo escaneado, que se encaixou perfeitamente. Só preenchemos o miolo dos caracteres com branco para aumentar o destaque.

Jefferson Cortinove, que ficou com as palavras “que faz”, indicou várias de suas fontes. Fiquei entre a Hercílio e a Kareemah e, no fim, decidimos pela segunda. Para dar dinamismo à composição, usamos as versões fina e extra bold, ambas em itálico, e misturando caixa alta e baixa. A forma do Q maiúsculo foi decisiva na escolha. Escutei do próprio Cortinove no segundo Café com Serifa que a curva do traço inferior do Q maiúsculo foi uma das primeiras formas que ele desenhou, inspirado na forma de uma concha.

Caligrafia em estilo contemporâneo, resultado da combinação de materiais

Fiquei com a palavra "letras”, que escrevi com tinta nanquim diluída em água, papel rugoso e um tira-linhas da Dreaming Dogs, combinação que espirra bastante tinta. A ideia era refazê-la para a arte-final, mas a primeira versão me agradou e mantive-a assim. Só precisei escaneá-la com a qualidade adequada (no primeiro layout, usei uma foto).

Cuidado aos detalhes na montagem da contribuição de cada artista

Montei a composição no Affinity Photo, ajustando a posição das palavras e retocando os elementos que se sobrepunham. O objetivo foi dar unidade à mistura de tipos diferentes.

Cortinove representa os type designers na terceira página da matéria

Depois, respondemos às perguntas da repórter Karin Barros, responsável pelo texto, enquanto o fotógrafo Flávio Tin tirava os retratos. O resultado não podia ser melhor: capa mais três páginas, em tinta e em pixel. 

Mary Meürer (dir.): "Floripa precisava deste momento de conversa e troca de experiências"

Interessados no desenho das letras como profissão, objeto de estudo ou expressão visual têm encontro marcado nesta quarta-feira, 7/12, a partir das 18h. É a última edição do ano do Café com Serifa – evento bimestral que reúne type designers, calígrafos, letristas e interessados.

O lançamento do livro de poesias Roubadas de um Jardim, de Jefferson Cortinove, é destaque da programação. São obras em que parte do leitura vem do arranjo do texto na página. O autor cria as próprias fontes de letras usadas no livro, como a Leftheria e a Nautikka. “Na poesia de Jefferson Cortinove, sempre houve uma preocupação para além do aspecto visual. A palavra, aqui, é fundamental, mas não se restringe apenas à composição tipográfica, campo por onde o poeta também transita”, analisa o editor Sergio Chaves.

Capa do livro Roubadas de um Jardim, de Jefferson Cortinove, que será lançado no evento

Tipos em Florianópolis

A discussão sobre Florianópolis sediar um evento de tipografia ano que vem está na agenda do Café. Mary Meürer, professora de Tipografia do curso de Design da UFSC, mantém conversas com a organização do DiaTipo – conferência realizada em várias cidades do país desde 2008. O objetivo é avaliar se é possível fazer uma edição na ilha ou ainda criar um encontro similar.

Trabalhos da PARQUE Edições também serão apresentados ao público no Café com Serifa

A PARQUE Edições também aproveita a oportunidade para mostrar seu primeiro produto: a coleção de postais tipográficos Trash Songs Brasil Anos 90. As designers Babi Carvalho e Luiza Touco, e a produtora cultura Camila Petersen estão por trás da iniciativa, que nasceu da feira Parque Gráfico. “Utilizamos hand letterings ornamentados em contraponto com as letras bagaceiras de algumas das músicas que tanto marcaram a infância da nossa geração”, explica Petersen.

Interesses comuns

A ideia que motivou a criação do Café com Serifa foi reunir pessoas com interesses comuns, mas cujo trabalho individual e especializado não favorece as interações no mundo real. "Floripa precisava deste momento de conversa e troca de experiências para integrar mais as pessoas que se interessam pelo assunto", afirma Meürer.

Uma das inspirações foi o Bistecão Ilustrado, encontro em São Paulo que juntava ilustradores de diferentes estilos, dos novatos aos veteranos do mercado, e que criou uma comunidade que até hoje se mantém nas redes sociais. É este viés que motiva Cortinove a ir ao Café com Serifa: "você tem a possibilidade de conhecer pessoas de trabalhos semelhantes e se sente mais inspirado em produzir, além de trocar informações e conhecimentos", analisa.


Café com Serifa - 3ª edição - Encontro de type design, caligrafia, lettering e afins

7 de dezembro de 2016, quarta-feira, a partir das 18h
Coffee & Shop 18: rua Professor Acelon Pacheco da Costa, 64, loja 3 · Itacorubi, Florianópolis (mapa)
Programação:
  • Lançamento do livro Roubadas de um Jardim, do type designer Jefferson Cortinove, que estará à venda
  • Lançamento dos postais tipográficos da coleção Trash Songs Brasil Anos 90 da PARQUE Edições, também à venda
  • Conversa para realizar um encontro sobre tipografia em 2017 em Florianópolis
  • Sorteio de um exemplar do livro Roubadas de um Jardim (Jefferson Cortinove), de um pack com cinco cartões tipográficos da PARQUE Edições e de uma obra em caligrafia de Ivan Jerônimo

Entrada: gratuita
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Designers Juliana Shiraiwa e Miguel Etges analisam trabalho tipográfico

O segundo Café com Serifa tinha tudo para ficar vazio. Um encontro sobre tipografia, caligrafia e lettering em uma tarde fria e chuvosa de sábado, 20 de agosto, junto com a final de futebol masculino das Olimpíadas, não podia dar certo. Porém, aproximadamente 25 profissionais e interessados em letras provaram o contrário e assim ocupamos novamente o Coffee & Shop 18. E com uma programação maior que a da edição anterior, de iniciativa dos próprios participantes.

Enquanto o primeiro encontro teve demonstrações de materiais de caligrafia, este segundo foi dedicado à tipografia. Mary Meürer, professora do curso de Design da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC e coordenadora do blog Tipos&Textos, organizou mostra com 12 cartazes da conferência de 2015 da Association Typographique Internationale – ATypI, que ocorreu em São Paulo. Designers e oficinas tipográficas foram chamados para criarem os pôsteres, que depois compuseram a exposição Letterpress Reloaded! e foram distribuídos aos inscritos. 

Exposição de cartazes impressos em tipografia para conferência da ATypI. Em primeiro plano, o exemplar criado pelo curso de Design da UFSC

Um dos cartazes veio de Florianópolis. Orientados por Meürer, alunos do curso de Design da UFSC criaram uma peça usando tipos de MDF cortados a laser, também expostos no café. A Imprensa Universitária, que ainda mantém uma tipografia, cuidou da impressão. Os pôsteres foram emprestados pela própria Mary Meürer e pelos designers Maíra Woloszyn e Renato Cardoso

Lançamento de fonte 

Para compensar a concorrência com o jogo da seleção, a data proporcionou uma coincidência a nosso favor. Uma semana antes, o type designer Jefferson Cortinove havia lançado a Kareemah, uma família tipográfica sem serifa, com 16 variações, ligaduras e todo o conjunto de caracteres das línguas ocidentais. Convidei-o a apresentar o projeto no Café com Serifa. 

Type designer Jefferson Cortinove detalha projeto de sua fonte Kareemah

Cortinove começou pedindo uma concha (o utensílio de cozinha, não a casa do molusco) ao pessoal do café e explicou que o objeto serviu de inspiração para as formas das letras. Depois, detalhou a criação dos diferentes pesos e variações, mostrou exemplos de caracteres especiais e as ligaduras. Ao todo, desenhou 800 caracteres para as variações. 

Brindes aparecem espontaneamente

Na hora do sorteio, o único item programado era o livro Esse é meu tipo, do jornalista Simon Garfield, um apanhado de ensaios e casos curiosos sobre tipografia que comprei na véspera. Mas, assim como no primeiro encontro, vieram contribuições. O Coffee & Shop 18 deu um pacote de café Grãos do Brasil, variedade bourbon amarelo, Cortinove providenciou um download da família completa da Kareemah e Mary Meürer doou um exemplar do cartaz da UFSC. 

Conversas e novos projetos

Outras áreas do design também são assunto de conversa. Na mesa ao fundo, tipos usados na produção do cartaz da UFSC

O objetivo do Café com Serifa é ser um encontro para a comunidade que trabalha ou se interessa por letras. A programação é sempre aberta – a ideia é que cada edição seja construída pelos próprios participantes. Ter eventos interessantes e ver as mesas cheias de pessoas conversando, algumas que até então não se conheciam, prova que estamos acertando.

O próximo encontro será à noite, em um dia de semana. O plano é continuar intercalando entre tardes e noites a fim de dar chance a todos. Para ficar sabendo das próximas edições, entre no grupo do Facebook e inscreva-se para receber o boletim. Nos vemos daqui a dois (ou três) meses!

Do lado de fora, fazia uns 10 graus. Mesmo assim, mais de 50 pessoas passaram pela porta do Coffee & Shop 18 na noite marcada para o primeiro Café com Serifa, encontro de type designers, calígrafos, letristas e afins. Em uma certa altura, era preciso abrir caminho entre os participantes para circular pelo café.

Casa cheiaParticipantes do Café com Serifa no Coffee & Shop 18

No dia do evento, 9 de junho, havia no Facebook 86 usuários confirmados e outros 170 interessados. Três veículos publicaram matérias na véspera:

  • Acontecendo Aqui, principal portal de marketing e publicidade do estado
  • Diário Catarinense, com matéria completa na edição online e nota na edição impressa
  • Notícias do Dia, com matérias no impresso e online

Apesar de todo essa agitação, calculava que apareceriam entre 20 a 30 pessoas, um número muito bom para Florianópolis. Afinal, não deve ter tanta gente que trabalha com letras aqui.

Felizmente, me enganei.

Exercitando o traçoPessoas com os mesmos interesses acabavam sentando próximos. Na foto, pessoal pratica caligrafia em uma das mesas

Graças aos crachás, em que os participantes escreviam seu nome, interesses e ocupação, deu para ter uma ideia do público. Nos quase 50 crachás usados, era possível identificar:

  • Calígrafos
  • Pessoal de lettering
  • Type designers
  • Tatuadores
  • Grafiteiros
  • Designers gráficos
  • Professores e pesquisadores
  • Estudantes
  • Curiosos
  • Baristas (afinal, é preciso justificar o nome do encontro)

Conseguimos até fazer o pessoal sair do ambiente aquecido do café e ir ao deck assistir à demonstração do pincel com madeira balsa do Lese Pierre e a minha, de tinta de extrato de nogueira. Dentro da proposta inicial, de deixar o evento aberto, houve duas surpresas: o pessoal da Pintassilgo Prints doou um catálogo de fontes para o sorteio e Jefferson Cortinove distribuiu edições da revista Café Espacial.

DemonstraçãoLese Pierre demonstra o uso de pena feita com madeira balsa

A ideia agora é fazer o próximo daqui a dois meses, em um sábado à tarde, para dar oportunidade a quem não pode ir durante a semana. Se der certo, vamos manter a periodicidade bimestral e intercalaremos entre as noites dos dias de semana e as tardes de sábado. Para ser avisado das próximas edições, cadastre-se para receber nossos emailsentre no grupo no Facebook. Sugestões são bem vindas.

Finalmente, os agradecimentos: o Café com Serifa ganhou a ajuda de várias pessoas:

As fotos que acompanham este artigo e várias outras estão neste álbum do Flickr

Pintores têm galerias, vernissages e happenings. Escritores contam com tardes de leituras e noites de autógrafos. Jornalistas, nem se fala. Já calígrafos e tipógrafos raramente têm eventos para fazer uma social.

Para mostrar que a classe não é formada por bichos-do-mato, estou organizando um encontro chamado Café com Serifa aqui em Florianópolis (SC).

A ideia é juntar:

  • Calígrafos
  • Type designers e tipógrafos
  • Letristas
  • Designers
  • Qualquer um que se interesse por letras

Trata-se de um evento informal, aberto e gratuito. Teremos uma programação básica para dar o primeiro empurrão:

  • O artista visual Lese Pierre, que também está por trás do Café com Serifa, vai ensinar a fazer um pincel com madeira balsa e mostrar como usou essa ferramenta em seu último projeto.
  • Eu vou passar a receita da tinta de extrato de nogueira, mostrar o efeito que ela dá e sortear um vidrinho.

Quando comecei a praticar caligrafia com mais frequência, não sabia de nenhum outro praticante na cidade. Só depois que botei meu trabalho na rua é que fui conhecer outros designers e artistas que desenvolvem um trabalho ligado às letras.

Colegas com quem eu comentei sobre o plano de fazer um encontro reagiram com entusiasmo. A maior inspiração é o Bistecão Ilustrado, encontro de ilustradores que começou em São Paulo e se espalhou por outras cidades. Aqui tivemos uma versão local, o Berbigão Ilustrado, em 2007. Também tomei emprestado do pessoal de programação o conceito de desconferência, tipo de evento colaborativo que deixa as coisas livres para acontecerem. 

Outra peça importante é o Coffee & Shop 18, que sempre apoia iniciativas culturais. É o local onde fiz duas exposições de caligrafia e, não por coincidência, um dos donos é designer e aficionado por tipografia. 

Agora que tudo está acertado, basta chamar quem poderia se interessar e isso inclui você. Topas? 

Serviço

Café com Serifa · Encontro de calígrafos, tipógrafos, letristas e afins.
9 de junho de 2016, quinta, a partir das 19h.
Entrada gratuita.
Onde: 
Coffee & Shop 18.
Rua Professor Ayrton Roberto de Oliveira, 64 - Itacorubi, Florianópolis - SC.
Veja o evento do Café com Serifa no Facebook.